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	<title>Conselhos Não Recomendados &#187; imaginação</title>
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	<description>por Rafael Slonik</description>
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		<title>Trem</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 03:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Slonik</dc:creator>
				<category><![CDATA[imaginação]]></category>

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		<description><![CDATA[train by aforero on flickr O trem chegou na estação, desci, vesti a mochila e comecei a caminhar pela estrada paralela aos trilhos. Quando o trem começou a se deslocar um sentimento de saudades, tristeza, medo e uma lasca de esperança iam dissipando-se do meu coração, através de todos os poros do meu corpo. Aquele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1406/1427241447_a18b4d48aa.jpg" alt="Train" width="500" height="333" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.flickr.com/photos/aforero/1427241447/" target="_blank">train by aforero on flickr</a></em></p>
<p>O trem chegou na estação, desci, vesti a mochila e comecei a caminhar pela estrada paralela aos trilhos. Quando o trem começou a se deslocar um sentimento de saudades, tristeza, medo e uma lasca de esperança iam dissipando-se do meu coração, através de todos os poros do meu corpo. Aquele trem proporcionou uma viajem espetacular, mostrou lugares novos dos quais pude aprender, me divertir, abastecer o imaginário, me informar, julgar, pensar, amar e ser feliz.</p>
<p>Agora eu estou na velocidade que minhas pernas permitem, praticamente uma pausa. Minha vida teve curvas, saltos e um trem. Agora o que virá?</p>
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		<title>Fort Awesome</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 14:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Slonik</dc:creator>
				<category><![CDATA[imaginação]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://rafael.slonik.com.br/wp-content/uploads/2008/10/fort-awesome.jpg" alt="" width="500" height="334" /></p>
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		<title>Las Kombis</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Slonik</dc:creator>
				<category><![CDATA[imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito de Curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ir era aquele maldito Polo. No topo da Kennedy o maldito queria me passar de todo jeito, claro que não conseguiu. Quadra após quadra até que consegui uma brecha e fui lá pra frente. Uma quadra antes da Marechal ele usou um cheater, foi pela terceira faixa fantasma. Mas tenho fé. Passei a Marechal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ir era aquele maldito Polo. No topo da Kennedy o maldito queria me passar de todo jeito, claro que não conseguiu. Quadra após quadra até que consegui uma brecha e fui lá pra frente. Uma quadra antes da Marechal ele usou um cheater, foi pela terceira faixa fantasma. Mas tenho fé. Passei a Marechal, a PUC, e finalmente na esquina da Avenida das Torres eu passei o imbecil. Tóma trouxa.</p>
<p>Aê na volta. Celtinha básico bloqueando passagem, não deu nem pra uma quadra. Mais para frente uma Kombi usou o cheater de virar a partir da pista do meio na Westephalen &#8211; Kennedy. Kombi malígna da prefeitura. Fui atrás. Seguindo ela com uns três carros entre, quando aos poucos a armadilha se pôs para o destino dela: o ligeirinho mais o tubo. Kombi looser. Mas espera, olha lá mais duas Kombis da prefeitura.</p>
<p>Duas Kombis da prefeitura a quase 100 na Kennedy. Fui. Especialmente difícil passar a primeira delas, mas na descida do radar atrasei a freada, já era. A próxima foi no sinal especial do HSBC, fácil. Kombis loosers.</p>
<p>E lá se foi mais um dia no trânsito fantástico de Curitiba.</p>
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		<title>Existências</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 01:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Slonik</dc:creator>
				<category><![CDATA[imaginação]]></category>

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		<description><![CDATA[O movimento era muito acima do normal, mas estava caminhando em passos rápidos. Os carros exagerando da boa vontade dos companheiros, todos pela esquerda, inclusive os lerdos. Até alcançarem um grande engarrafamento. A hora que atingi a linha de carros foi emocionante: se freiasse rápido, batiam em mim. Se demorasse, batia no carro da frente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento era muito acima do normal, mas estava caminhando em passos rápidos. Os carros exagerando da boa vontade dos companheiros, todos pela esquerda, inclusive os lerdos. Até alcançarem um grande engarrafamento. A hora que atingi a linha de carros foi emocionante: se freiasse rápido, batiam em mim. Se demorasse, batia no carro da frente. O equilíbrio foi a saída perfeita para escapar de ser mais uma dupla de carros no acostamento.</p>
<p>Eis que parou. Trinta minutos e alguns metros depois o indivíduo do carro da frente desceu. Desligou o carro e desceu. Algo brilhava no horizonte, talvez o motivo para aquele problema tão incomum. A luz ficava mais e mais forte. Um padre passou correndo. Depois mais dois jovens. E mais pessoas. Uma multidão corria em direção a luz. Incrédulos do que estava passando eles corriam.</p>
<p>Desci, meu amigo também, e corremos. A luz aumentava conforme aproximava-me fazendo ofuscar todos os detalhes da cena. Brilhava, era luz forte mas não clareava nada ao redor. Foi então que vimos pela primeira vez algo que hoje é comum. Alguma espécie de árvore estava brotando rapidamente e dela saia toda aquela luz incomoda.</p>
<p>Passei a noite no carro até um desvio ser construído. Em duas horas a árvore parecia ter parado de crescer, o pessoal da estrada havia começado a pensar no desvio.</p>
<p>Nada está claro sobre aquelas árvores que emitem luz. Seis anos depois tudo o que sabemos é o que elas não são: nada de radioatividade, nada de energia elétrica, nada de calor. Somente sabemos que elas existem.</p>
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