No último século a tecnologia evoluiu como nunca na história, e jamais se viu pessoas tão infelizes. Deixou-se de lado o ser humano e o planeta Terra, haverá um ponto no qual estaremos entregues ao caos e possível fim da raça humana. Sendo a sobrevivência da raça uma das únicas verdades compreensíveis, destruir-nos não parece interessante.
O planeta e os outros não são importantes, é o que prega o status quo. Usemos esse mesmo preceito para justificar meu conselho: diminua o ritmo para ser mais feliz. Se trata apenas de como você se sentirá, não hoje, não no final da sua vida, mas por toda a sua vida. Cada segundo será o melhor, haverá somente o presente. O que você viveu e o que está por viver, cada um dos tempos será o melhor. É um objetivo, em partes, egoísta, como manda o individualismo dos dias de hoje. Seja egoísta por querer a melhor vida para você. A melhor vida simplesmente conduz a uma rede em que todos ganham, todos acabam atingindo seus equilíbrios e então o equilíbrio da raça humana. Certamente a evolução da nossa forma de vida será praticamente pausada. Mas diga-me: existe um ponto final? Tudo o que existe e acontece tem um sentido culminante? Não sei. Então julgo melhor 600 bilhões de anos para conquistar novas galáxias, de forma tranquila; do que 60 bilhões no caos. Cada ser humano que passar pela Terra será infeliz se a segunda opção acontecer.
Trata-se apenas de viver bem. Viva com mais calma. Evite os extremos. Você será feliz de verdade.